Entender nem sempre é suficiente para mudar.

Você pode saber o que acontece, reconhecer padrões e ainda assim se perceber repetindo escolhas, reações ou relações que já não fazem sentido para você. A terapia começa justamente aí: quando compreender o que acontece deixa de ser o ponto de chegada e passa a abrir espaço para novas formas de sentir, escolher e se relacionar.

Cristina Senise, psicóloga, em retrato próximo.

Talvez você já tenha sentido isso

Há dias em que tudo parece estar sob controle e, ainda assim, alguma coisa pesa. Uma reação que acontece antes que você consiga escolher diferente. Uma conversa que termina sempre no mesmo lugar, geralmente em distância, frustração, culpa ou na sensação de que aquilo que precisava ser dito não conseguiu chegar ao outro lado.

Aos poucos, fica mais difícil ignorar que esse jeito de funcionar está cobrando alguma coisa de você. Nem sempre é fácil entender de onde isso vem, mas perceber o impacto que isso tem na sua vida já pode abrir espaço para uma mudança.

Padrões que já fizeram sentido

Nem sempre repetimos algo porque queremos. Muitas formas de reagir foram aprendidas em momentos em que ajudavam a proteger, suportar ou atravessar situações difíceis. O problema começa quando essas respostas continuam acontecendo automaticamente, mesmo depois que o contexto mudou.

Na terapia, compreender de onde elas vieram é parte do processo, mas não o ponto de chegada. O trabalho também envolve reconhecer esses padrões mais cedo, entender o que os ativa e ampliar a possibilidade de escolher como responder. Com o tempo, aquilo que antes acontecia quase no automático pode dar lugar a respostas mais conscientes, relações mais funcionais e maneiras diferentes de lidar com situações que antes terminavam sempre do mesmo jeito.

Cristina Senise, psicóloga, sentada em uma poltrona, sorrindo, vestindo blusa verde.

Como eu trabalho

Meu trabalho parte de um processo construído de forma singular para cada pessoa, levando em conta sua história, suas relações, o momento de vida e aquilo que hoje precisa de atenção. Primeiro, buscamos compreender o que está acontecendo e identificar os padrões, situações e relações envolvidos. Depois, organizamos essas informações para reconhecer com mais clareza o que mantém determinadas dificuldades e o que pode ser feito de maneira diferente.

A partir daí, o trabalho não fica apenas na compreensão. Ao longo das sessões, vamos experimentando outras formas de responder, tomar decisões, estabelecer limites, comunicar necessidades e lidar com situações que antes pareciam levar sempre ao mesmo resultado.

Compreender, organizar, transformar. Não como uma fórmula ou uma sequência rígida, mas como um processo que respeita a singularidade de cada história e ajuda a transformar entendimento em mudanças que possam ser percebidas na vida cotidiana.

Cada história tem um ponto de partida diferente

Alguns caminhos possíveis

Terapia Individual

Para quem percebe que algumas reações continuam se repetindo e quer compreender melhor como elas aparecem e o que pode estar relacionado a elas.

Conhecer

Terapia de Casal

Para casais que sentem que voltam sempre à mesma discussão, mesmo quando os dois gostariam de algo diferente.

Conhecer

Terapia Familiar

Para famílias atravessando mudanças ou tensões em que os papéis de todos parecem precisar se reorganizar.

Conhecer

Infância e Adolescência

Para acompanhar crianças e adolescentes em fases importantes — e apoiar quem cuida deles.

Conhecer

Brasileiros no Exterior

Para quem constrói uma vida fora do Brasil e busca acompanhamento psicológico em português.

Conhecer
Cristina Senise, psicóloga, sorrindo, sentada.

Sobre mim

Sou psicóloga (CRP 06/90891), com Pós-graduação Lato Sensu, Especialização em Terapia Familiar e de Casal – PUC-SP. Atendo na Vila Olímpia, em São Paulo, e também online.

Meu trabalho tem sido acompanhar pessoas, casais e famílias na tarefa de entender melhor o que vivem — e de transformar essa compreensão em escolhas mais conscientes, no seu próprio tempo.

O primeiro passo pode ser simples

Marcar uma primeira conversa não compromete você com nada além disso. É uma forma de entender, com calma, se este é o caminho certo agora.